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Cultura nas Olimpíadas - Buquês de Tóquio-2020 refletem recuperação japonesa após desastre em Fukushima
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A entrega de buquês aos medalhistas está de volta. Nos Jogos do Rio, em 2016, os arranjos foram substituídos por uma escultura, o que marcou uma quebra na tradição que vem desde a Grécia Antiga. Lá, os campeões olímpicos recebiam uma coroa de louros e um ramo de palma, enquanto os espectadores arremessavam flores na direção dos esportistas. Agora, em Tóquio, o retorno do ritual é feito com espécies escolhidas a dedo da região leste do país, a mais atingida pelo terremoto de 2011. Os 5.000 arranjos foram desenhados pelo Conselho de Flores Nippon e são entregues aos premiados tanto nos Jogos Olímpicos quanto nos Paraolímpicos. As flores incluem girassóis de Miyagi, eustomas e selos-de-salomão de Fukushima, gencianas de Iwate e aspidistras da capital japonesa. A escolha da origem das flores é simbólica. Em Miyagi, por exemplo, os pais que perderam filhos na tragédia plantam girassóis na colina em que as vítimas procuraram abrigo do tsunami. E, todo ano, assim que as flores desabrocham, a ...
Conheça a história da Chama Olímpica e de seu revezamento em tochas
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Símbolo dos Jogos Olímpicos da Modernidade, a Chama Olímpica faz parte de um ritual realizado desde a Grécia Antiga. O fogo sempre teve caráter sagrado para os gregos: para eles, a história humana começa a partir da desobediência do titã Prometeu, que contrariou a ordem de Zeus, o deus supremo, e roubou os fogos dos deuses para dar aos homens, junto com as ciências e artes. O fogo permanecia aceso nos altares de seus principais templos, como o Templo de Hera, que recebia as competições dos Jogos Olímpicos na Antiguidade. No passado, raios solares acendiam uma chama em uma pira de Olímpia, cidade que fica a 300 quilômetros da capital Atena. A técnica utilizada pelas sacerdotisas do templo para acender o chamado “fogo puro” requeria o uso da skaphia, uma espécie de espelho côncavo que converge a luz do sol em um só lugar. O rito simbolizava, então, a devolução do elemento divino ao deus mais poderoso para os gregos. Uma tradição antiga que remonta às o...
Museu Histórico de SC recebe mostra com curiosidade sobre a Relação Brasil e França
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Você sabia que o pintor catarinense Victor Meirelles viveu vários anos na França (e na Itália) graças a uma bolsa de estudos oferecida pelo Imperador Dom Pedro II. E por qual motivo o aviador Alberto Santos Dumont foi à origem da chegada do primeiro veículo Peugeot no Brasil. Sabe qual a ligação entre a Revolução Francesa e a Inconfidência Mineira. Essas e outras curiosidades o catarinense vai conhecer a partir desse mês, quando visitar o Museu Histórico de Santa Catarina / Palácio Cruz e Sousa. O Museu receberá uma mostra em comemoração aos 65 anos da Aliança Francesa de Florianópolis. A exposição retratará e relembrará cinco séculos de relações entre o Brasil e a França, ligação que atinge muitas pessoas em diversas atividades, na imaginação, na inteligência e no empreendedorismo, tanto brasileiro quanto francês. A mostra será aberta no dia 14 de julho e permanecerá em cartaz até 30 de setembro. Poderá ser vista por qualquer pessoa que passar no entorno n...
ANIVERSÁRIO DA CANTORA - MERCEDES SOSA, A VOZ DOS SEM VOZ NA ARGENTINA
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14 DE JUNHO DE 2021 PUBLICADO POR Mercedes Sosa, também conhecida como “La Negra” e aclamada como “A voz dos sem voz” foi uma cantora e ativista argentina conhecida por uma voz marcante e letras que retratavam os conflitos e contextos sociais da época. Ela foi a maior representação da música folclórica argentina, carregando até hoje o título da ‘’Voz da América Latina’’, pela sua sensibilidade e representação política. A voz que se tornaria símbolo da resistência as ditaduras latino-americanas. Sosa nasceu em 9 de julho de 1935, em San Miguel de Tucumán, na província noroeste da Argentina. Ela era mestiça, sendo de ascendência Francesa, espanhola e Diaguita. Esta mistura mais adiante seria refletida na música dela. Seu pai trabalhava na lavoura de cana de açúcar de e a mãe como lavadeira para famílias pudentes da região. Ambos foram peronistas fervorosos, fato que exerceu grande influência na vida e música de Sosa. Ela iniciou sua carreira por acaso, aos 15 anos. Um dia a profess...
Você sabe o que é Patrimônio Cultural?
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Foto: Danielle Garcia/FMC A Constituição Federal de 1988, em seu Artigo 216 , ampliou o conceito de patrimônio estabelecido pelo Decreto-lei nº 25, de 30 de novembro de 1937 , substituindo a nominação Patrimônio Histórico e Artístico, por Patrimônio Cultural Brasileiro. Essa alteração incorporou o conceito de referência cultural e a definição dos bens passíveis de reconhecimento, sobretudo os de caráter imaterial. A Constituição estabelece ainda a parceria entre o poder público e as comunidades para a promoção e proteção do Patrimônio Cultural Brasileiro, no entanto mantém a gestão do patrimônio e da documentação relativa aos bens sob responsabilidade da administração pública. Enquanto o Decreto de 1937 estabelece como patrimônio “o conjunto de bens móveis e imóveis existentes no País e cuja conservação seja de interesse público, quer por sua vinculação a fatos memoráveis da história do Brasil, quer por seu excepcional valor arqueológico ou etnográfico, bibliográfico ou art...
Bicentenário de Anita Garibaldi agita o Estado em julho
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O mês de julho chega com diversas atividades em comemoração ao Bicentenário de Nascimento de Anita Garibaldi (1821-2021) . Prefeituras e diversas entidades estão organizando uma série de eventos para comemorar a data. Quem gosta de história e principalmente história de Santa Catarina deve conhecer sobre esta grande mulher. C ertamente você já ouviu falar em Anita Garibaldi! Mas sabe realmente quem foi ela? De acordo com a escritora e historiadora Rosa Maria Tesser, moradora de Balneário Piçarras e especialista em livros que resgatam a memória do povo catarinense, em breve um livro seu sobre a vida e feitos de Anita Garibaldi deve ir para a produção e impressão. Com isso, teremos como conhecer um pouco melhor dessa catarinense que tanto fez por sua terra. Saiba mais Enquanto o livro de dona Rosa Tesser não chega às nossas mãos, saiba que Anita Garibaldi nasceu em Laguna (SC), em 1821, e morreu na cidade de Ravena (Itália), em 4 de agosto de 1849. Casada com o libertador i...